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Tema Anual: " Bem- aventurança: Questão de Distinção, Percepção e Cuidado".
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Somos uma Igreja Reformada. Cremos no Deus Triúno que subsiste na pessoa do Pai e do Filho, e do Espírito Santo. Cremos a Inerância das Escrituras Sagradas. Pregamos a Mensagem de Jesus Cristo. Estamos situados à rua Araquem, Lote 6, Quadra 618 - Bangu- RJ;Tel:3337-3337

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Pastoral da semana de 29 de abril de 2012


Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus. (Mt 5: 14-16)

     As ações falam mais alto  do que as palavras. Se literalmente não podemos edificar uma cidade sobre um monte, devemos ao menos acender uma luz para alumiar o cantinho em que vivemos.
   Nos momentos de escuridão no transcurso dos séculos, o cristianismo surgiu resplandecente sobre esse mundo obscurecido pelo pecado. Outra vez, tempos depois, a luz parecia escondida sob a nuvem de trevas da opressão religiosa. Mas, novamente a luz reapareceu na época da Reforma. Às vezes quase a vemos apagar-se atualmente, porém ela, nunca tem deixado de iluminar as almas que a têm buscado.
     Apesar disso, não é sobre os que a têm buscado sem conseqüência alguma que essa “luz” brilha, mas notadamente sobre aqueles cujas obras dão motivo à glória de Deus. À semelhança do que uma lâmpada acesa significa numa casa, o seguidor de Jesus deve igualmente exercer seu papel  no mundo, ou seja,  deve deixar sua luz brilhar a fim de que as pessoas possam ver a sua conduta e as suas boas obras. Obras estas consideradas como produto da fé, às quais o Senhor Jesus dá ênfase: “para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” - de fato, não adiante falar e não fazer.
     Os cidadãos do Reino não podem fugir à sua responsabilidade. Essa é a missão de cada súdito. Essa é a missão da Igreja: refletir a luz do Salvador aos que vivem nas trevas e reverberar nesse mundo a mensagem de salvação para que:
     1. Jesus Cristo seja crido (At 2: 14-41);
     2. O perdido seja achado (Lc 15);
     3. O achado seja fortalecido na fé (2 Pe 1: 5);
     4. Deus seja glorificado (I Co 10: 31).

     Resplandeça a vossa luz diante dos homens, para a glória de Deus!    
     Nos laços da Cruz.

            Rev. Carlos Alberto Castorino de Oliveira
Pastor da IPJC.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Pastoral da semana de 15 de abril de 2012

Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus. (Mt 5: 14-16)

     Quão belas e desafiadoras palavras disse Jesus aos seus discípulos ao declarar-lhes “vós sois a luz do mundo”. Somos andarilhos pelas terras deste mundo e amiúde somos chamados a sair da escuridão das suas ruas; e é, mesmo, necessário. A luz, num entendimento amplo, serve para dissipar a escuridão de forma que  aquilo que não se via passa ser visto, e todos nós sabemos o quanto é difícil andar no escuro. Porém, quando as luzes estão acesas tudo fica mais fácil. Num contexto mais restrito fica claro, então, que a luz serve para iluminar e para guiar pessoas para que não tropecem nalgum obstáculo ou tomem rumo errado numa caminhada.
     Nas Escrituras, luz indica o verdadeiro conhecimento de Deus e da sua bondade, justiça e verdade. Do conhecimento de Deus e de sua palavra advém o deleite, a alegria, a felicidade verdadeira. Simboliza o que há de melhor no campo da sabedoria e do amor em contraste com as trevas e o que há de pior na arena da ignorância, da depravação e do desespero. Neste mundo, o cristão deve refletir a boa luz de Cristo, dissipando, assim, toda treva e permitindo que as pessoas andem com tranqüilidade de forma a minorar as probabilidades de se ferirem. Assim como numa viajem noturna por estradas escuras, placas luminosas servem como advertência quando passamos por lugares perigosos, assim deve ser a vida relacional do cristão neste mundo: um sinal de alerta contra o mal; um luzeiro nas trevas a iluminar o caminho que deve ser seguido.
     A Bíblia ensina que Jesus Cristo é a verdadeira luz e que nele não há treva nenhuma. Assim sendo, os discípulos de Jesus convocados são  para serem aqui na terra o reflexo da luz verdadeira que é Cristo. O chamado do cristão é para brilhar e para funcionar positivamente como dissipador de trevas, iluminando o mundo no qual vive de forma que a glória seja dada a Deus, nosso Pai. Esta é a mensagem do Mestre.  Este é o nosso desafio!
     Nos laços da Cruz!
            Rev. Carlos Alberto Castorino de Oliveira
Pastor da IPJC.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

PÉROLAS PARA O CORAÇÃO

“Vós sois a luz do mundo... assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Jesus Cristo - Mt 5: 14-16).  

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Pastoral da semana de 8 de abril de 2012

Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus. (Mt 5: 14-16)






     Depois que Jesus ensinou sobre as bem-aventuranças, ele mostrou como elas devem ser aplicadas na vida prática, como devem ser vividas. Segundo a figura de linguagem usada por Jesus a vida cristã deve ser vivida de forma útil, transformadora e conservadora. Este é, também, um dos significado da luz.
     R. N. Champlin entendia que Jesus falava sobre o caráter do cristão - o que o cristão deve ser: “A idéia geral é que o crente santificado deve possuir a realidade daquilo que professa”. Isso tem a ver com integridade. O cristão tem de viver como cristão, senão ele perde o seu real valor e não serve para mais nada. Champlin enfatizou: “Provavelmente a idéia básica é que se o cristianismo não funcionar como deve, como é que o mundo, de modo geral, poderá perceber qualquer coisa boa da graça de Deus?”. É dever de cada cristão influenciar o mundo pela maneira como vive. Por um lado ela deve ser útil para a conservação. O cristão, mais do que qualquer outro, tem a obrigação, o dever moral de ser um conservador. A vida cristã deve ser fonte de conservação dos valores éticos e morais. A terra precisa dessa influência conservadora, pois o mundo só não é pior do que já é, em todos os seus aspectos, graças à presença conservadora do sal que existe na vida daqueles que são verdadeiros cristãos.
     Igualmente o cristão deve ser agradável em todos os lugares e em todos os momentos da sua existência. A dureza da vida, a frieza do mundo, a indiferença das pessoas, a falta de luz produzida pela violência e pela deterioração dos valores morais, só podem ser compensadas pela presença de um cristianismo autêntico. O ambiente oxigenado com a presença do cristianismo tem que ser o mais gostoso, o mais agradável e o mais saboroso possível. O grande exemplo é a própria vida de Cristo, pois por onde ele passava havia transformação. Jesus sempre viveu de forma conservadora e transformadora. Jesus mudou os cenários da existência humana, transformou o cenário de morte em um cenário de vida, mesmo depois da morte. Assim deve ser a vida cristã. Que o cristianismo continue sendo a luz do mundo através de cristãos autênticos, para a glória de Deus.
     Em Cristo Jesus, paz!
            Rev. Carlos Alberto Castorino de Oliveira
Pastor da IPJC.

sábado, 31 de março de 2012

COMUNICANDO

PÁSCOA: Tanto para o povo hebreu, que viveu durante 430 anos no Egito (quase todo esse tempo em regime de escravidão) quanto para os cristãos, a páscoa tem um significado essencial: libertação. Aproveitando-nos do tempo e da época, somos convidados a refletir sobre o significado básico deste precioso evento. No passado, Deus imprimiu na mente do seu povo que deveria reunir-se todos os anos e celebrar a libertação comendo pães sem fermento durante uma semana, acompanhado de ervas amargas e com a carne de um cordeiro sem defeito, imolado para a ocasião especial. O pão lhes lembraria a rápida fuga, sem o tempo para a preparação do pão com fermento, quando deixaram um país e toda uma vida de escravidão para trás. As ervas seriam a lembrança do amargor de ser escravo e não ter liberdade. O sangue do cordeiro seria passado nas portas, lembrando-lhes que a sua liberdade foi a custo de sangue e intervenção divina. Assim também lembrariam que não deveriam escravizar outras pessoas.
            Com o advento Cristo, o Cordeiro Pascal veio trazer liberdade para que o ser humano pudesse ser, amar, servir e conhecer a verdade; e liberdade do pecado escravizante que cega e não permite ao indivíduo saber, sequer, que é escravo. Não é liberdade absoluta, no sentido pretendido pelo modernismo e pós-modernismo, mas relativa e condicionada à verdade absoluta que a define. Parte fundamental do sentido de liberdade está no respeito ao próximo, que é amar ao próximo como a si mesmo, mas isto fruto de servir a Deus, amando-o do todo coração, força, alma e entendimento.
            Celebramos a liberdade cristã na Páscoa, conhecendo a Verdade, amando a Deus e ao próximo, obedecendo àquele que nos ensinou a fazer, em memória dele, a encenação daquela última ceia pascal de que ele mesmo partilhou. Repetindo-a por que Ele disse que estaria conosco até a consumação dos séculos.